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Estudantes de Audiologia da ESTeSC realizaram rastreios em Campo Maior

 

Um grupo de alunos e docentes da licenciatura em Audiologia da Escola Superior de Tecnologia da Saúde (ESTeSC) do Instituto Politécnico de Coimbra realizaou, a 3 de março, uma ação de rastreio em Campo Maior. A iniciativa, que assinalou o Dia Mundial da Audição, permitiu que 92crianças que vão ingressar no 1º ciclo de escolaridade no próximo ano letivo pudessem realizar testes auditivos.

Os rastreios aconteceram nas instalações da Associação Coração Delta, que apoiou a ação. Este foi, aliás, o 12ª ano consecutivo em que a ESTeSC - Curso de Audiologia realizou este rastreio em Campo Maior com o apoio daquela associação. Integraram ainda o projeto o Grupo de Rastreio de Intervenção para a Surdez Infantil e a Associação Portuguesa de Otoneurologia que, através das otorrinolaringologistas Luísa Monteiro e Conceição Monteiro, respetivamente, garantiram o acompanhamento médico das crianças identificadas como em risco após a realização do rastreio.

Os rastreios fora, garantidos por estudantes do 3º e 4º ano da licenciatura em Audiologia da ESTeSC, supervisionados por duas docentes.

A escolha da população alvo desta atividade não foi feita ao acaso. “Por volta dos 5 anos, a prevalência de alterações no ouvido médio é grande. No entanto, estas alterações – por serem flutuantes e muitas vezes apenas num ouvido – não são facilmente identificadas pelos educadores e pelos pais”, explica Margarida Serrano, docente do curso de Audiologia da ESTeSC. Acresce que, aos seis anos, a criança “encontra-se numa fase de desenvolvimento de competências fundamentais para a aprendizagem da leitura”, para a qual “uma audição clara é essencial”, lembra.

A iniciativa foi também ao encontro do tema escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Dia Mundial da Audição 2018: “Hear the Future” (“Ouvir o Futuro”). De acordo com a OMS, 466 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de problemas de audição. Um número que, estima a organização, vai duplicar em 2050 caso não sejam tomadas medidas preventivas. No caso das crianças, dificuldades de compreensão, atrasos de desenvolvimento, secreções e dores de ouvido são sinais de alerta, e devem motivar uma consulta médica.

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