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ESTeSC em greve pelo clima

 

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Politécnico de Coimbra (ESTeSC-IPC) parou, durante 11 minutos, no dia 27 de setembro, numa ação simbólica de alerta para a crise das alterações climáticas. A ação está inscrita no movimento “Global Climate Strike”, ao qual já aderiram cerca de 150 países.

Às 11H00, estudantes, docentes e profissionais não docentes da ESTeSC reuniram-se no parque de estacionamento da Escola, onde permaneceram, em silêncio, durante 11 minutos - um número simbólico, que invoca os 11 anos que nos restam para concretizar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, definidos pela Organização das Nações Unidas.

Recorde-se que a ESTeSC leciona a licenciatura em Saúde Ambiental e foi, em 2008, a primeira instituição de ensino superior portuguesa a obter o galardão Eco-Escolas. Participar na greve global é, por isso, um ato natural, numa instituição onde as questões climáticas estão, há muito, na ordem do dia.

“A crise climática é uma emergência, mas o mundo não está a agir como tal. Juntos vamos fazer soar o alarme e mostrar aos nossos dirigentes políticos que o estado atual das coisas não pode continuar”, referem os promotores do Global Climate Strike. O movimento tem a sua génese nas greves escolares pelo clima promovidas por jovens de todo o mundo ao longo do último ano – das quais a ativista Greta Thunberg é o rosto mais visível. Com a Cimeira da Ação Climática da ONU a decorrer em Nova Iorque, a última semana foi marcada por uma série de ações de protesto e alerta, um pouco por todo o mundo.

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